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A Universidade Saberes, Corporativa e de Educação da Capital (Uniscecap) realizou, no dia 4 de dezembro de 2025, em Brasília/DF, a cerimônia de outorga do título de Doutor Honoris Causa ao acadêmico Odilon Ianetta, médico e associado veterano do Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste.
A homenagem reconhece sua relevante contribuição para a área da saúde e seu compromisso contínuo com ações de impacto social. Ao longo de sua trajetória, Ianetta se destacou por iniciativas que fortaleceram serviços, projetos e práticas voltadas ao bem-estar da comunidade.
O título de Doutor Honoris Causa é uma das mais tradicionais honrarias concedidas por instituições de ensino superior a personalidades que se destacam por suas contribuições significativas à sociedade, seja no campo científico, cultural, humanitário ou profissional.
A cerimônia reuniu autoridades acadêmicas, convidados e representantes de instituições parceiras, reforçando o reconhecimento público ao legado de Odilon Ianetta e à importância de sua atuação para o desenvolvimento social.
O Banco de Alimentos do Rotary Club de Lages Alvorada recebeu a doação de 390 quilos de alimentos, arrecadados durante uma ação cultural solidária promovida pela Vizenza Ateliê do Movimento, na noite do dia 18 de dezembro.
Na ocasião, a intercambista do clube, Maddy, realizou uma apresentação durante uma aula de Jazz, conduzida pela professora Amanda Melegari, unindo arte, cultura e solidariedade. A iniciativa teve como objetivo arrecadar alimentos para que o Rotary pudesse destiná-los a entidades assistenciais da cidade.
A entrega dos donativos ao clube foi intermediada pela companheira Daniele Menolli, oficial de intercâmbio do Rotary Club de Lages Alvorada, fortalecendo a parceria entre o programa de intercâmbio e as ações sociais desenvolvidas pelo clube.
Os alimentos foram distribuídos na manhã desta sexta-feira (19) para três importantes entidades de Lages:
Igreja Nossa Senhora das Graças
Centro Espírita Operários da Caridade
Associação dos Moradores do Bairro Guarujá
O Rotary Club de Lages Alvorada agradece à Vizenza Ateliê do Movimento, à professora Amanda Melegari, à intercambista Maddy e a todos os envolvidos por essa iniciativa solidária, que reforça o compromisso do clube com a comunidade e com o lema rotário “Unidos para fazer o bem”.
A tradicional Campanha de Panetones do Distrito 4560 do Rotary International comprovou, mais uma vez, que a soma de pequenos gestos gera grandes transformações. Em 2025, o Rotary Club de Formiga alcançou um resultado expressivo, com a venda de 658 unidades ao valor de R$ 20,00 cada.
Mais do que o sucesso financeiro, a campanha reflete o verdadeiro ideal rotário: Dar de Si antes de Pensar em Si. Por meio de uma parceria com a empresa fabricante, o Rotary recebe um percentual sobre as vendas, recurso que é integralmente destinado às Avenidas de Serviço. Esses valores fortalecem projetos sociais, humanitários, educacionais e ambientais em benefício da comunidade local.
Para o Rotary Club de Formiga, a iniciativa vai muito além da comercialização de um produto natalino. "É mais que um panetone" — tanto para quem vende quanto para quem compra. Cada unidade representa solidariedade, compromisso social e a união de pessoas que acreditam em um mundo melhor.
Segundo Beatriz Fiuzza, coordenadora da campanha no clube, ao adquirir um panetone, o consumidor não leva apenas um item para sua mesa: ele integra uma corrente do bem. Essa contribuição impacta diretamente a vida de crianças, jovens, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade, além de apoiar diversas iniciativas comunitárias.
O sucesso desta edição reflete o empenho dos rotarianos e rotarianas de Formiga, que mobilizaram parceiros e a comunidade, demonstrando a força do trabalho coletivo. O presidente do clube, Zenaido Lima da Fonseca, expressa seu agradecimento a todos os participantes e à equipe pelo comprometimento e pelos resultados alcançados.
Assim, a Campanha de Panetones do Distrito 4560 reafirma o papel do Rotary como agente de transformação social. Cada unidade vendida simboliza esperança, união e o compromisso permanente de fazer o bem, hoje e sempre.
Philosophers say that chance does not exist. Aristotle taught that “we are what we repeatedly do,” and perhaps that is why leaving home to sell a simple panettone turned into a small lesson on purpose, gratitude, and… chocolate.
I headed to downtown Formiga with the modest expectation of finding a buyer for the Rotary Christmas panettone campaign. No grand speeches, I thought. A panettone, a smile, and perhaps a “I’ll come back later.” Along the way, however, memory wrote its own script and led me to the Eye Hospital, across from Arlênio’s Store 505 — an old acquaintance, not only for fishing gear but, more importantly, for good conversations.
I went in just to say hello to a friend. One of those quick hellos that last five minutes and turn into half an hour. One story led to another, and we recalled a marketing idea I had suggested some time ago. He applied it, it worked, and to this day it still brings gratitude — practical proof that Confucius was right when he said that “a good idea, when shared, grows.”
As I was about to leave, already at the door, I remembered the real reason for my walk: the Rotary panettone campaign. It took only a brief explanation of its purpose for him to understand. Without much ceremony, he ordered a box with 18 panettones. He and his wife, in a perfect — almost rehearsed — duet, added: “All chocolate.” I replied, solemn and good-humored: “Perfectly fair.”
I left satisfied. I called Beatriz, coordinator of the campaign at Rotary Formiga, who noted the order with that quiet joy of someone who knows that doing good is working. A few days later, there they were: 18 panettones, all chocolate, waiting to be delivered.
Before handing them over, I decided to present the panettone for what it truly is. Not just a product, but a partnership between the Rotary Club and Agilmax Alimentos Ltda., carrying the symbol of a worldwide network with more than 1.4 million members. A network that includes Rotaract, Interact, and Rotary Kids — adults, young people, and children united by the same mission: to serve.
I explained, without haste, that Rotary works through its Avenues of Service: promoting peace; preventing and treating diseases; providing water, sanitation, and hygiene; supporting maternal and child health; advancing basic education and literacy; protecting the environment; and fostering community economic development. I spoke of the drop — oral or injectable — that helped fight polio around the world. I spoke of Rotary’s permanent seat at the United Nations, a rare privilege earned through service, ethics, and credibility.
When I finished, I realized that the 400-gram panettone had grown larger. Not in size, but in meaning. I silently thanked the farmer who produced the ingredients, the cocoa, the wheat flour, the packaging, the transportation, and every invisible step in this process of serving — a true silent collective effort.
I delivered the panettones with a heartfelt “Merry Christmas,” on behalf of all who will benefit from the resources raised. And I remembered Paul Harris, founder of Rotary, who said: “Rotary is not for the benefit of Rotarians, but for those whom we serve.”
In the end, I realized that I didn’t sell a panettone. I delivered gratitude. And, let’s be honest, few products on the market can do that — especially when they are made of chocolate
A campanha dos Panetones do Rotary: quando vender vira agradecer
Dizem os filósofos que o acaso não existe. Aristóteles já ensinava que “somos o que fazemos repetidamente”, e talvez por isso sair de casa para vender um simples panetone tenha se transformado em uma pequena aula sobre propósito, gratidão e… chocolate.
Saí para o Centro de Formiga com a expectativa modesta de encontrar um comprador para o panetone de Natal da campanha do Rotary. Nada de grandes discursos, pensei. Um panetone, um sorriso e, quem sabe, um “volto depois”. No trajeto, porém, a memória fez seu próprio roteiro e me levou ao Hospital dos Óculos, em frente à Loja 505 do Arlênio — velho conhecido dos artigos de pesca e, mais ainda, dos bons encontros.
Entrei apenas para dar um alô ao amigo. Daqueles alôs rápidos, que duram cinco minutos e viram meia hora. Conversa vai, conversa vem, lembramos de uma antiga ideia de marketing que sugeri tempos atrás. Ele aplicou, funcionou e, até hoje, rende agradecimentos — prova prática de que Confúcio tinha razão ao afirmar que “uma boa ideia, quando compartilhada, cresce”.
Na hora de sair, quase já na porta, lembrei do verdadeiro motivo da caminhada: a campanha dos panetones do Rotary. Bastou explicar o sentido da ação para que ele entendesse tudo. Sem muita cerimônia, encomendou uma caixa com 18 panetones. Ele e a esposa, em perfeito dueto — quase ensaiado — completaram: “Todos de chocolate”. Respondi, solene e bem-humorado: “Perfeitamente justo”.
Saí satisfeito. Liguei para Beatriz, coordenadora da campanha no Rotary Formiga, que anotou o pedido com aquela alegria silenciosa de quem sabe que o bem está funcionando. Dias depois, lá estavam eles: 18 panetones, todos de chocolate, aguardando a entrega.
Antes de entregar, resolvi apresentar o panetone como ele realmente é. Não apenas um produto, mas uma parceria do Rotary Club com a empresa Agilmax Alimentos Ltda., trazendo consigo o símbolo de uma rede mundial com mais de 1,4 milhão de associados. Uma rede que inclui Rotaract, Interact e Rotary Kids — adultos, jovens e crianças unidos pela mesma missão: servir.
Expliquei, sem pressa, que o Rotary atua por meio de suas Avenidas de Serviço: promoção da paz, prevenção e tratamento de doenças, água, saneamento e higiene, saúde materno-infantil, educação básica e alfabetização, meio ambiente e desenvolvimento econômico comunitário. Falei da gotinha — na boca ou injetável — que ajudou a combater a poliomielite no mundo. Falei da cadeira permanente do Rotary na ONU, privilégio raro, conquistado com trabalho, ética e credibilidade.
Quando terminei, percebi que aquele panetone de 400 gramas estava maior. Não em tamanho, mas em significado. Agradeci mentalmente ao agricultor que produziu os ingredientes, ao cacau, à farinha de trigo, às embalagens, ao transporte e a cada etapa invisível desse processo de servir. Um verdadeiro mutirão silencioso.
Entreguei os panetones com um sincero “Feliz Natal”, em nome de todos que serão beneficiados pelos recursos arrecadados. E lembrei-me de Paul Harris, fundador do Rotary, quando disse: “O Rotary não é para benefício dos rotarianos, mas para aqueles a quem servimos.”
No fim das contas, percebi que não vendi um panetone. Entreguei agradecimentos. E, convenhamos, poucos produtos no mercado conseguem fazer isso — ainda mais sendo de chocolate.
Autor: Zenaido Lima da Fonseca
Os residuos sólidos não destinados de forma correta constituem um dos maiores problemas ambientais do planeta, pois, geram poluição na água, no ar e no solo, diminuindo a qualidade de vida e gerando muitas doenças.
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