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Campanha de Arrecadação de Chinelos

A presidente da AFRI Mônica Ometto, em contato com o Hospital Amaral Carvalho, levantou a necessidade de chinelos para os pacientes do Brasil inteiro que se hospedam nas Casas de Apoio ao hospital durante seus tratamentos de quimioterapia e radioterapia. De forma oficial, a instituição autorizou a arrecadação e uso de sua imagem, diante de tão importante iniciativa em prol aos pacientes com câncer.  

Postado em 10 de Fevereiro de 2026 por Rotary Club de Itaí

5ª Reunião Ordinária

Nossa reunião foi marcada por alinhamentos importantes e muito engajamento! Entre os principais destaques, tivemos a instrução rotária sobre Imagem Pública (IP) com a companheira Ana Carolina, reforçando o cuidado com a imagem do Rotaract dentro e fora do clube, e a posse do novo associado, Yuri Gustavo, fortalecendo ainda mais nosso time. Também foram divulgados os editais dos concursos de redação, fotografia e colagem, além de atualizações sobre o Projeto X (próxima edição na Nicoly, com filme de terror, jogos e karaokê), o Fórum em Toledo (dia 22) e as inscrições abertas para a ADIRC. Os projetos em andamento foram acompanhados, com destaque para o projeto de meio ambiente, o desafio distrital e a Semana Mundial do Rotaract, com uma atividade por semana. Seguimos juntos, fortalecendo laços e fazendo a diferença! ⚙️🩷💫

Postado em 10 de Fevereiro de 2026 por Rotaract Club de Capitão Leônidas Marques

Campanha de Combate à Poliomielite

No sábado dia 25 de outubro, o Rotary Club de Itaí realizou uma carreata com a presença do Zé Gotinha e da Maria Gotinha, percorrendo diversos bairros da cidade. Durante o trajeto, foram distribuídos balas e bexigas às crianças, levando alegria e conscientização sobre a importância da vacinação na Campanha de Combate à Poliomielite, reafirmando o compromisso do Rotary com a erradicação da doença.

Postado em 10 de Fevereiro de 2026 por Rotary Club de Itaí

Palestra “Cuidados Paliativos: Onde estamos? Para onde vamos?”– Com a Dra. Maria Eunice Ribeiro – Psicóloga.

A palestra conduzida pela Dra. Maria Eunice Ribeiro proporcionou um verdadeiro mergulho reflexivo e sensível no universo dos Cuidados Paliativos, abordando não apenas sua evolução histórica, mas, sobretudo, os desafios e caminhos para sua consolidação como direito humano básico. Com clareza e profundidade, a palestrante resgatou as contribuições fundamentais de Cicely Saunders, pioneira ao fundar, em 1967, o primeiro hospital dedicado ao cuidado integral do paciente e ao introduzir o conceito de “dor total”, compreendida em suas dimensões física, emocional, social e espiritual. Também destacou o legado de Elisabeth Kübler-Ross, que revolucionou a compreensão do processo de morrer ao trazer escuta, empatia e diálogo, eternizando as cinco fases do luto e humanizando a despedida de pacientes e famílias. A partir do conceito definido pela Organização Mundial da Saúde, a Dra. Maria Eunice reforçou que os Cuidados Paliativos vão muito além do controle de sintomas, configurando-se como uma abordagem ativa, baseada em evidências, que promove qualidade de vida, respeita valores culturais, apoia famílias e cuidadores e reconhece a morte como parte natural da vida, sem antecipá-la ou adiá-la. Foram apresentados seus princípios fundamentais, ressaltando o cuidado integral, a comunicação eficaz, o trabalho multiprofissional e a aplicabilidade em todos os níveis de atenção à saúde. No cenário brasileiro, a palestra contextualizou a trajetória dos Cuidados Paliativos no país, citando nomes e iniciativas que marcaram essa construção, como o protagonismo do Prof. Marco Tullio de Assis Figueiredo, reconhecido como pioneiro na educação em Cuidados Paliativos, e os avanços institucionais impulsionados por associações e movimentos nacionais. Ganhou destaque a criação da Política Nacional de Cuidados Paliativos, em 2024, como marco regulatório no SUS, bem como a homologação de diretrizes educacionais que apontam para a necessidade urgente de ampliar a formação profissional na área. Ao discutir “onde estamos”, foram apresentados avanços importantes, como o crescimento de profissionais comprometidos com a humanização do cuidado e a implantação das primeiras equipes matriciais. Já ao refletir sobre “para onde vamos”, a palestrante reforçou que o futuro dos Cuidados Paliativos depende da integração de saberes, do fortalecimento das redes de apoio, do diálogo com gestores e de uma abordagem biográfica, afetiva e comunitária, reconhecendo cada paciente como sujeito de direitos e de história. A psicologia foi apresentada como pilar essencial nesse processo, atuando desde o luto antecipatório até o acompanhamento da família após o óbito, sempre em articulação com a equipe multiprofissional.   AGRADECIMENTOS   Encerrando esse encontro tão instigante, fica nosso mais sincero agradecimento à Dra. Maria Eunice Ribeiro, cuja fala, marcada por conhecimento sólido, sensibilidade e compromisso ético, não apenas informa, mas mobiliza consciências. Sua capacidade de traduzir temas complexos com humanidade e visão de futuro reafirma seu papel como referência na área e deixa em todos nós a certeza de que os Cuidados Paliativos não são apenas uma prática de saúde, mas um exercício profundo de dignidade, compaixão e respeito à vida.

Postado em 10 de Fevereiro de 2026 por Rotary Club do Recife

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